Eu moro na palavra. Onde se gestam minhas flores e vivem todas as minhas mulheres.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
PORCARIA
Branco esbranquiçado das paredes brancas
Metamorfoses em borboletas coladas
Voo entre o caos das cores da realidade
Ousadia estomacal nas vísceras borboletantes
Chego saio
Entro caio
Apareço à memória flutuante das noites memoráveis
Hemoglobinas mórbidas hematócitos homoeróticos
Caos voo sangue
Coisas caóticas em caixas murmurantes
Dentes trincados
Trincas gritantes
Homo hermético irritante
Não, isso não é uma poesia.
Isso é uma merda.
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